"MAIS NÍTIDO QUE AS RUAS SUJAS, RESTA O HEXAGRAMA DAS
CORES DO ARCO-ÍRIS SUSPENSO NO CÉU."
"Entre os galhos dessas árvores, macacos tão enlouquecidos quanto aqueles que invadem tua precária jangada, pobre Aguirre, batem-se os humanos perdidos em seus pequenos jogos que supõem grandes. Para sobrepor-se ao ego dos outros, para repetir: sou eu que mando aqui."
"Do meu apartamento no milésimo andar, bem no centro da ilha de Java, levanto ao máximo o volume do som para que o agudo solo da guitarra naus heavy arrebente todos os tímpanos, inclusive os meus".
Caio Fernando Abreu em Pequenas epifanias, 2ª ed. Edigraf Ltda., 2012.
Crônica publicada em O Estado de S. Paulo, 19/11/1986.
Quer ler a crônica inteira? Confira aqui: Divagações na boca de urna, Caio F. Abreu


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